Sawubona é a saudação mais comum entre as tribos de Natal, na África do Sul. Seu significado é literalmente “vejo você, você é importante para mim e eu te valorizo”.
Nada mais é que uma forma de enxergar o outro, de aceitá-lo tal como é, com suas virtudes, nuances, e também com seus defeitos. Em resposta a essa saudação, as pessoas costumam dizer “shikoba”, então eu existo para você.
Sawubona: toda minha atenção está com você, eu vejo você e me permito descobrir suas necessidades, vislumbrar seus medos, me aprofundar nos seus erros e aceitá-los. Eu aceito você como você é, e você faz parte de mim.
Esse termo ganhou importância nos anos 1990 graças a um livro de engenharia e organizações inteligentes. Em “A quinta disciplina”, Peter Sengue, um professor da Universidade de Stanford, falava dos zulus e de sua magnífica forma de interagir e gerir os problemas entre si.
Sawubona simbolizava a importância de dirigir a própria atenção a outra pessoa, entender sua realidade sem preconceitos, sem ressentimentos.
E aí, gostou?
Afinal, quem não gostaria de ser visto dessa maneira?
Poucas coisas são tão enriquecedoras quanto dar visibilidade ao outro, quanto dar ao outro um espaço, presença, relevância no nosso coração e importância dentro do grupo, do lar, da comunidade ou da organização.
Sendo assim!
Sawubona.
